Ranking: Gigante da GO-020 conquista 2º lugar entre as maiores empresas de Goiás

Grupo, que também aparece no ranking como o 2º maior laticínio do Brasil, reforça protagonismo goiano no setor alimentício e movimenta bilhões de reais.

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Divulgação/Piracanjuba

Uma das maiores indústrias do setor alimentício do país, instalada às margens da GO-020, conquistou o segundo lugar entre as empresas mais poderosas de Goiás, segundo o ranking ‘Exame Melhores e Maiores’. A companhia registrou faturamento de R$ 9,4 bilhões no último ano e reafirmou a força do eixo econômico que liga Goiânia a cidades como Bela Vista de Goiás e Piracanjuba, região conhecida por abrigar polos industriais e agrícolas de alta produtividade.

O levantamento, que avaliou as mil principais companhias do país com base em indicadores contábeis e financeiros, mostrou que as dez maiores empresas de Goiás movimentaram juntas R$ 45,4 bilhões em 2024. O resultado comprova o vigor da economia goiana, que combina o agronegócio, a indústria e o cooperativismo como pilares de desenvolvimento.

Na liderança estadual aparece a Comigo, cooperativa sediada em Rio Verde e referência nacional na produção de grãos e derivados, com faturamento de R$ 11,2 bilhões. Logo atrás vem a gigante da GO-020, Laticínios Bela Vista (Piracanjuba), que é símbolo do avanço do setor de laticínios e da inovação tecnológica no processamento de alimentos. Fechando o pódio, a Caramuru Alimentos, também de Rio Verde, alcançou receita de R$ 7,2 bilhões, consolidando o sudoeste goiano como o coração econômico do estado.

📝 Além delas, outras empresas de destaque completam o ranking das dez maiores de Goiás em 2024:

  1. Comigo (Rio Verde) – R$ 11.216.041.000
  2. Laticínios Bela Vista (Piracanjuba) – R$ 9.401.353.000
  3. Caramuru Alimentos (Rio Verde) – R$ 7.272.804.000
  4. Saneago (Goiânia) – R$ 3.852.135.000
  5. SSA (Goiânia) – R$ 3.657.618.000
  6. Unimed Goiânia (Goiânia) – R$ 2.385.049.000
  7. Kingspan (Anápolis) – R$ 2.041.734.000
  8. Jalles Machado (Goianésia) – R$ 1.909.528.000
  9. Boa Safra (Cristalina) – R$ 1.841.052.000
  10. Rumo Malha Central (Rio Verde) – R$ 1.785.093.000

Com resultados expressivos, essas empresas não apenas impulsionam o PIB estadual, mas também geram milhares de empregos e estimulam o crescimento de pequenas e médias indústrias que orbitam ao redor de seus complexos produtivos. No caso da gigante da GO-020, o desempenho reflete o potencial de Goiás em unir tradição e inovação, transformando o campo e a indústria em motores do desenvolvimento sustentável.