Lyceu de Goiânia recebe primeira revitalização após quase 90 anos

As obras tiveram início em janeiro de 2024 e contam com investimentos que chegam a R$ 20 milhões, somando infraestrutura, mobiliário, equipamentos e material didático.

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Foto: Governo de Goiás

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, anunciou a entrega oficial da reforma do Colégio Lyceu de Goiânia que tem quase nove décadas de história. A unidade escolar será inaugurada nesta sexta-feira, 23 de janeiro, sendo o primeiro colégio bilíngue português-francês da rede pública estadual.

As obras tiveram início em janeiro de 2024 e contam com investimentos que chegam a R$ 20 milhões, somando infraestrutura, mobiliário, equipamentos e material didático. “O que estamos fazendo hoje é uma restauração completa do prédio, adequando-o às exigências atuais da educação. E buscamos também manter a característica dele, que nasceu na cidade de Goiás como uma instituição bilíngue”, afirmou o governador.

“Uma das minhas maiores paixões é recuperar a história de Goiás, as nossas tradições. O Lyceu estava abandonado, nunca havia passado por uma obra completa”, emendou.

Durante a vistoria, Caiado visitou as salas de aula, centro de convivência, cozinha, quadra de esportes e outros espaços do prédio, tombado desde 2005 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Educação de excelência

A partir deste ano, o novo Lyceu contará com 22 salas de aula, laboratórios modernos, auditório, quadra poliesportiva reformada e estrutura tecnológica completa, com capacidade para atender 800 estudantes do 8º e 9º anos do ensino fundamental e da 1ª à 3ª série do ensino médio, em regime de ensino integral.

Para o governador, o projeto integra um conjunto mais amplo de políticas públicas que colocaram Goiás na liderança nacional em educação. Desde 2019, o Estado investiu cerca de R$ 9 bilhões na área.

“Somos referência no Brasil. Goiás pode dizer de cabeça erguida: se quiserem aprender, venham para Goiás. Essa revolução educacional é um legado que será sentido plenamente nos próximos anos, quando esses jovens estiverem no ensino superior ou no mercado de trabalho”, ressaltou.