Síndico que confessou ter matado corretora em Caldas Novas vai a júri popular

Daiane Alves gravou o momento do ataque, seu corpo ficou desaparecido e foi encontrado com uma bala alojada na cabeça. Relembre o caso.

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Foto: Reprodução

O síndico Cleber Rosa de Oliveira que ficou conhecido em todo o Brasil, após ter seu nome envolvido na morte da corretora de imóveis, Daiane Alves Souza, após ela desaparecer no condomínio onde morava, em Caldas Novas, deve ir a júri popular. A Justiça decidiu o formato de julgamento nesta quinta-feira (1º/10).

A data do julgamento ainda não foi marcada por depender do tempo de esgotamento de solicitação de recurso. A juiza, Vaneska da Silva Baruki, permaneceu com as três qualificações para o acusado: Meio Cruel, Motivo Torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima, além de crime de ocultação de cadáver.

O síndico segue com a prisão preventiva decretada, a fim de manter a ordem do processo criminal, como o resguardo de testemunhas.

⌛ Relembre o caso

No dia 17 de dezembro de 2025, Daiane Alves, de 43 anos, foi vista pela última vez em imagens de segurança do prédio em que morava na cidade após ir ao subsolo para restabelecer a energia do apartamento.

Na época, um vídeo enviado a uma amiga mostra o exato momento em que Daiane deixa aparentemente o apartamento pela última vez, onde a porta estava aberta mostrando a intenção de retornar ao local. As imagens de segurança também registraram quando a mulher entra no elevador, vai a recepção e depois desce para o subsolo.

O corpo da corretora Daiane Alves de Souza, de 43 anos, que ficou desaparecida há 42 dias, foi localizado na GO-213, que liga Caldas Novas, no sul de Goiás, ao município de Ipameri. A confirmação partiu do delegado Pedromar Augusto de Souza, responsável pela apuração do caso conduzido pela Polícia Civil de Goiás (PCGO).

No dia 28 de janeiro, o síndico do prédio onde a família da vítima possui apartamentos, Cléber Rosa de Oliveira, e o filho dele, Maykon Douglas de Oliveira, foram presos, suspeitos de envolvimento no homicídio.

A perícia revelou que Daiane Alves, tinha uma bala de arma de fogo alojada na cabeça. Cleber, o síndico, confessou o crime. A corretora teve o momento do ataque registrado em vídeo dentro do subsolo do prédio onde estava, segundo informações divulgadas após o crime. As imagens mostram as agressões que teriam sido praticadas pelo síndico.