O primeiro dia do horário eleitoral gratuito na televisão, nesta sexta-feira (28/08), marcou a apresentação das estratégias dos candidatos ao Governo de Goiás. Com tempos diferentes no bloco eleitoral, Daniel Vilela (MDB), Marconi Perillo (PSDB), Wilder Morais (PL) e Luiz César Bueno (PT) aproveitaram a estreia para pedir votos e apresentar as principais mensagens que devem nortear suas campanhas.
Dono do maior tempo de TV, Daniel Vilela adotou o lema “Futuro Seguro” e apresentou sua candidatura como continuidade do ciclo iniciado ao lado do ex-governador Ronaldo Caiado e mantido em sua gestão. O programa destacou ações do Goiás Social, mais de 800 obras em andamento, investimentos em saúde e a ampliação da regionalização do atendimento. Imagens da convenção que oficializou sua candidatura também foram usadas para mostrar apoio político e popular. A trajetória familiar ganhou espaço, com referências ao legado do pai, o ex-governador e ex-prefeito Maguito Vilela.
Com cerca de 30 segundos, Marconi Perillo adotou uma estratégia diferente. O tucano reconheceu o pouco espaço disponível na televisão e afirmou que “tempo nunca foi problema”, direcionando o eleitor para suas redes sociais, onde pretende apresentar propostas e ampliar a comunicação durante a campanha.
Wilder Morais utilizou seu tempo para apostar em uma narrativa voltada à família e à própria origem. A mãe do candidato relatou as dificuldades enfrentadas por ele durante a infância, incluindo a falta de comida. O programa também mostrou uma família em situação de dificuldade que afirmou apoiar Wilder por acreditar que ele conhece de perto essa realidade.
Já Luiz César Bueno usou seu espaço para reforçar a identificação com a esquerda e a ligação com o presidente Lula. O petista apareceu ao lado dele e pediu apoio aos candidatos da legenda, buscando associar sua candidatura em Goiás ao projeto nacional do PT.
A estreia mostrou que, desde os primeiros minutos, as campanhas escolheram caminhos distintos para conquistar o eleitor: continuidade administrativa, história pessoal, redes sociais e alinhamento político nacional.
