O governador Daniel Vilela apresentou nesta quarta-feira (10/06) o balanço do primeiro ano de funcionamento do Complexo Oncológico de Referência do Estado de Goiás (Cora), em Goiânia. Referência no atendimento oncológico infantojuvenil pelo SUS, a unidade completou um ano de atividades com 420 pacientes atendidos, vindos de Goiás e de outros estados brasileiros.
Segundo os dados divulgados pelo governo estadual, o hospital realizou mais de 5,4 mil consultas médicas, 2.433 sessões de quimioterapia e 1.420 procedimentos cirúrgicos, incluindo 242 cirurgias de grande porte. O Cora também implantou o serviço de transplante de medula óssea, com quatro procedimentos já realizados e capacidade de expansão nos próximos anos.
Durante a apresentação, Daniel Vilela destacou que a unidade tem permitido que crianças e adolescentes realizem o tratamento contra o câncer em Goiás, sem a necessidade de deslocamento para centros especializados em outros estados. O governador também reforçou os planos de expansão do complexo, com a futura construção da ala destinada ao atendimento de pacientes adultos.
Idealizado pelo governador Ronaldo Caiado, o Cora foi inaugurado em 2025 e se tornou uma das principais estruturas públicas de oncologia do Centro, Oeste brasileiro. A unidade conta com gestão em parceria com a Fundação Pio XII, responsável pelo Hospital de Amor, de Barretos, referência nacional no tratamento oncológico.
👍 Avaliação
A mais recente Pesquisa de Satisfação foi realizada entre fevereiro e maio com pacientes internados. O resultado apontou aprovação de 84,5%, posicionando a unidade na chamada zona de excelência. O cálculo considera o NPS (Net Promoter Score) Institucional Acumulado, indicador que mede a experiência dos usuários.
Os dados mostram ainda que 98,66% dos pacientes recomendam o Cora. Esse é o caso de Bianca Rodrigues, mãe de Noah Rodrigues, de 2 anos. Moradora do Parque Tremendão, em Goiânia, ela contou que havia descoberto a recidiva do câncer do filho pouco antes da abertura da unidade.
“Assim que soube do novo hospital, achei maravilhoso, porque não precisamos nos deslocar para outra cidade. Corria o risco de irmos para Brasília ou Barretos”, lembrou.
