Atualizado em 22/04/2026 às 20:47
O governador Daniel Vilela empossou, nesta segunda-feira (13/04), em Anápolis, o novo presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego), Luiz Antônio Oliveira Rosa. O novo gestor foi indicado pelo prefeito de Anápolis, Márcio Corrêa e pelo Fórum Empresarial.
O novo presidente assume a companhia em substituição a Francisco Júnior. Durante a solenidade, Daniel ressaltou a capacidade técnica do novo presidente e a importância estratégica dos Distritos Agroindustriais, com destaque para o de Anápolis (Daia), que completará 50 anos em 2026.
“Luizinho reúne todas as características e qualidades necessárias para continuar o trabalho bem empreendido por Francisco Júnior e colocar nossa Codego a serviço do povo goiano. Essa escolha tem o respaldo de todo o setor produtivo de Goiás”, afirmou Daniel Vilela.
O novo presidente destacou que a prioridade de sua gestão será dar continuidade ao trabalho realizado por Francisco Júnior e fortalecer a parceria com o setor produtivo, visando atrair novos investimentos para os 27 distritos agroindustriais administrados pelo Governo de Goiás.
“Além de tornar o Daia um modelo a ser seguido, queremos estender um tapete para que o empresário que queira investir em nossos distritos seja bem recebido. Além disso, precisamos fazer um trabalho bem feito de regularização e organização documental para dar tranquilidade aos empresários”, garantiu.
O ex-presidente da Codego, Francisco Júnior, fez um balanço de sua gestão à frente da pasta. “Ao longo desse tempo, conseguimos implantar a iluminação do distrito, revitalizar a infraestrutura, dobrar a capacidade de abastecimento de água e energizar o distrito, resolvendo os picos de energia”.
O prefeito de Anápolis, Márcio Corrêa, destacou que todo o setor produtivo, empresarial e comercial está sendo contemplado com a posse de Luiz Antônio. “Ele tem capacidade de agregação dentro do setor, conhece todos os gargalos e dificuldades de quem produz. Anápolis terá um ciclo virtuoso para aproveitar todo o potencial que o setor industrial tem”.
