O Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO) segue na busca por um homem de 46 anos que desapareceu na última segunda-feira (09/03), após suspeita de afogamento no Rio do Peixe, na zona rural de Santa Cruz de Goiás. As equipes de salvamento estão no local desde que receberam a ocorrência.
De acordo com os bombeiros, a suspeita é de que a vítima tenha se afogado ao entrar no rio para recuperar uma canoa que havia se soltado. Testemunhas informaram que a embarcação se desprendeu depois que a corda que a mantinha amarrada se rompeu. Ao tentar resgatá-la, o homem acabou desaparecendo nas águas e não foi mais visto.
Assim que foram acionadas, as equipes iniciaram as buscas na região ainda na tarde de segunda-feira. No primeiro momento, os militares realizaram levantamentos nas margens do rio e percorreram trilhas próximas ao ponto do desaparecimento, além de utilizar um drone para sobrevoar cerca de um quilômetro da área. Durante essa etapa inicial, familiares, testemunhas e o comunicante da ocorrência também foram ouvidos para auxiliar na delimitação do local onde a vítima foi vista pela última vez.
Com o avanço da operação, os bombeiros intensificaram os trabalhos com a atuação de equipes especializadas em salvamento aquático. Nos dias seguintes, mergulhadores passaram a realizar buscas no leito do rio, enquanto novas varreduras foram feitas com o drone e com embarcações ao longo do curso d’água. Mesmo com a ampliação da área de procura, o homem ainda não havia sido localizado.
Buscas continuam
No quarto dia da operação, os militares concentraram os esforços em pontos considerados mais profundos e em áreas de remanso do rio, que podem favorecer o acúmulo de objetos e dificultar a visualização submersa. As equipes percorreram aproximadamente um quilômetro a partir do ponto inicial do desaparecimento e ampliaram o monitoramento para um trajeto de cerca de quatro quilômetros. A chuva registrada na região também acabou prejudicando parte das atividades durante o dia.
A operação conta com a participação de 10 militares e o uso de viaturas equipadas com canoa, bote inflável, motores de popa, drone, binóculos e equipamentos de mergulho autônomo. A expectativa é que novas equipes náuticas sejam deslocadas para reforçar os trabalhos de busca.
