Bruno Peixoto fica no União e deve assumir a presidência do partido em Goiás

Informação foi anunciada pelo Jornal O Popular neste sábado (28/03). Ele chegou a se filiar na federação PRD/Solidariedade por alguns dias, mas recuou.

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Foto: Divulgação

Atualizado em 31/03/2026 às 10:42

O União Brasil promoveu uma reestruturação em Goiás ao definir o deputado estadual Bruno Peixoto como novo presidente da sigla no estado, em decisão articulada pelo dirigente nacional Antônio Rueda e respaldada pela primeira-dama Gracinha Caiado (UB), pré-candidata ao Senado. O movimento fortalece o grupo político aliado ao vice-governador Daniel Vilela (MDB), que é pré-candidato ao governo.

O presidente da Alego chegou a comandar a federação entre PRD e Solidariedade por poucos dias, mas optou por retornar ao União Brasil, legenda considerada mais competitiva no cenário eleitoral. A filiação já consta nos registros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desde esta sexta-feira (27/03). O Jornal O Popular confirmou a informação com Peixoto neste sábado (28).

Nos bastidores, a permanência de Bruno Peixoto no União Brasil amplia as possibilidades para as eleições deste ano. O deputado é apontado como nome forte tanto para compor uma eventual chapa majoritária como vice de Daniel Vilela, quanto para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados, cenário em que aparece como um dos favoritos.

A estratégia nacional do partido inclui o fortalecimento da bancada goiana em Brasília. A orientação é eleger ao menos três deputados federais, com potencial de alcançar entre quatro e cinco cadeiras, diante da base de pré-candidatos que inclui nomes já consolidados na política estadual e federal.

A mudança também impacta diretamente a federação PRD e Solidariedade, que perde uma de suas principais lideranças na formação da chapa proporcional. Para amenizar os efeitos da saída, há articulações para recompor a nominata com apoio de aliados do governo estadual.

O cenário ocorre às vésperas do encerramento da janela partidária, prevista para o próximo dia 3 de abril, prazo em que parlamentares podem trocar de legenda sem sofrer sanções, enquanto novos candidatos têm até o dia seguinte para oficializar filiação visando as próximas eleições.