Mobilização nas redes busca justiça e punição aos responsáveis

Polícia Civil de Santa Catarina cumpriu mandado de busca e apreensão na casa dos adolescentes investigados pelo caso.

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Foto: Reprodução

Conhecido por moradores e comerciantes da Praia Brava, em Florianópolis, o cão comunitário Orelha vivia há quase dez anos na região, onde se tornou símbolo de convivência, cuidado coletivo e afeto. A morte do animal gerou forte comoção e levou à abertura de investigação por maus-tratos e possíveis tentativas de intimidação de testemunhas.

Na manhã desta segunda-feira (26/01), a Polícia Civil de Santa Catarina cumpriu três mandados de busca e apreensão em residências de adolescentes investigados pelo caso. A ação ocorreu em diferentes bairros da Capital e resultou na apreensão de celulares, notebooks e outros aparelhos eletrônicos, que agora passam por perícia.

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Polícia de Santa Catarina cumpriu mandado de busca e apreensão na casa dos adolescentes. – Foto: nd+

De acordo com a Polícia Civil, além de apurar as circunstâncias da morte de Orelha, a investigação verifica se houve coação contra um porteiro de um dos prédios ligados aos suspeitos, com o objetivo de impedir o repasse de informações às autoridades. Os adolescentes não foram apreendidos e devem prestar depoimento nos próximos dias.

O Ministério Público de Santa Catarina informou que, após a coleta dos depoimentos e a análise do material apreendido, irá definir quais medidas socioeducativas poderão ser aplicadas aos investigados.