“Dia da libertação do povo venezuelano”, diz Caiado sobre ataque dos EUA

Governador se manifestou após ataque dos Estados Unidos e afirmou que a data marca o início de um novo ciclo de "democracia, liberdade e prosperidade no país".

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Foto: Divulgação

O governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (União), afirmou que “3 de janeiro entra para a história como o dia da libertação do povo venezuelano, oprimido há mais de 20 anos pela narcoditadura chavista”. Segundo ele, a data marca a esperança de que a “democracia, a liberdade e a prosperidade passem a se instalar no país”, após um longo período de crise política, econômica e institucional.

Diversas autoridades políticas se manifestaram após o ataque dos Estados Unidos (EUA) à Venezuela, ocorrido na madrugada deste sábado (03/01). A ofensiva militar elevou a tensão internacional e gerou forte repercussão no cenário político, com posicionamentos de líderes brasileiros e estrangeiros sobre os possíveis desdobramentos da ação.

A ação militar foi confirmada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, durante coletiva de imprensa concedida horas depois do ataque. Trump afirmou que a operação foi bem-sucedida, declarou que não houve perdas de tropas ou de equipamentos militares norte-americanos e classificou a ofensiva como um golpe direto contra o regime venezuelano, acusado por ele de envolvimento com narcotráfico e corrupção.

Durante a coletiva, o presidente americano também declarou que os Estados Unidos pretendem acompanhar de perto o processo de transição política na Venezuela, afirmando que o “objetivo da ação é garantir estabilidade, segurança e condições para a reconstrução institucional do país”. Trump ainda mencionou a importância estratégica da Venezuela no setor energético e indicou interesse na participação de empresas norte-americanas na recuperação da infraestrutura petrolífera venezuelana.

O ataque provocou reações imediatas da comunidade internacional. Organismos internacionais e governos de diferentes países acompanham a situação, enquanto cresce a expectativa sobre os próximos passos políticos e diplomáticos após a ofensiva, considerada uma das ações militares mais diretas dos Estados Unidos na América Latina em décadas.