Genial/Quaest: Daniel Vilela lidera corrida ao governo de Goiás em 2026

Pesquisa ouviu 1.104 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 13 e 17 de agosto; nível de confiança é de 95%.

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Vice-governador de Goiás, Daniel Vilela (MDB). – Foto: Divulgação

Atualizado em 01/09/2025 às 14:41

O vice-governador de Goiás, Daniel Vilela (MDB), aparece na liderança da disputa pelo governo estadual em 2026. Segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta sexta-feira (22/08), ele tem 26% das intenções de voto. Na segunda colocação está o ex-governador Marconi Perillo (PSDB), com 22%, configurando empate técnico dentro da margem de erro.

O levantamento foi realizado entre os dias 13 e 17 de agosto e ouviu 1.104 eleitores goianos com 16 anos ou mais. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança do estudo é de 95%.

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Foto: Reprodução/Quaest

Cenário eleitoral

O desempenho de Daniel Vilela é impulsionado pela sua proximidade com o governador Ronaldo Caiado (União Brasil), que mantém alta aprovação no estado. Já Marconi Perillo tenta sustentar sua força política apostando no histórico de sua gestão à frente do governo. Ele concorreu ao Senado nas últimas eleições, mas perdeu.

Além dos dois principais nomes, outros pré-candidatos também aparecem na corrida: Wilder Moraes (PL) soma 10%, Adriana Accorsi (PT) tem 8% e Telêmaco Brandão (Novo) aparece com 1%. Ainda, 14% dos entrevistados se disseram indecisos e 19% afirmaram que pretendem votar em branco, nulo ou não comparecer às urnas. Veja a cartela abaixo.

Apoio entre católicos e evangélicos

A pesquisa também mostra diferenças de intenção de voto entre os maiores grupos religiosos de Goiás. Entre católicos, Vilela lidera com 28%, seguido de Perillo (26%), Moraes (8%) e Accorsi (8%). Nesse segmento, 14% ainda não sabem em quem votar e 15% optariam por branco ou nulo.

Já entre os evangélicos, o emedebista também está à frente, com 25%, enquanto Perillo registra 17%, Moraes 9% e Accorsi 8%. Neste grupo, a indefinição é ainda maior: 18% se declararam indecisos e 22% afirmaram que votariam em branco ou nulo.

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Foto: Reprodução/Quaest