A família do motorista que invadiu o Shopping Flamboyant, em Goiânia, se pronunciou nesta terça-feira (22/07) sobre o episódio. Em nota, os familiares lamentaram profundamente o ocorrido e afirmaram que tudo indica se tratar de um surto psicótico.
Segundo o comunicado, Gilberto Ribeiro Gonçalves, de 51 anos enfrenta, desde os 17 anos, um quadro psiquiátrico diagnosticado, com histórico de crises que exigem acompanhamento médico e uso contínuo de medicação. Ainda conforme a família, ele é uma pessoa pacífica, sem antecedentes criminais ou histórico de comportamentos agressivos.
Na ocasião, de acordo com os familiares, Gilberto estava sem a medicação prescrita, o que pode ter contribuído para a perda de noção da realidade. Exames toxicológicos realizados após a ocorrência não apontaram a presença de álcool ou substâncias ilícitas em seu organismo.
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A família ressaltou ainda que Gilberto possui residência fixa, é pai, avô e mantém vínculos familiares estáveis. “Ele é uma pessoa doente, que precisa de cuidados e acompanhamento, e não representa risco deliberado à sociedade”, afirma a nota.
Veja a nota na íntegra:
A família de Gilberto Ribeiro Gonçalves, 51 anos, lamenta profundamente o fatídico episódio ocorrido na última segunda-feira (21/07), no segundo piso do Shopping Flamboyant, em Goiânia. No entanto, informa que tudo indica trata-se de um episódio decorrente de um surto psicótico.
Gilberto enfrenta, desde os 17 anos, um quadro psiquiátrico diagnosticado, com histórico de crises que exigem acompanhamento médico e uso contínuo de medicação. Apesar da condição, sempre foi uma pessoa pacífica, sem qualquer antecedente criminal ou comportamento agressivo.
Na ocasião, ele estava sem a medicação prescrita, o que pode ter contribuído para a perda de noção de realidade. Exames toxicológicos realizados não identificaram a presença de álcool ou substâncias ilícitas em seu organismo.
Gilberto é pai, avô, filho, possui residência fixa e mantém vínculos familiares estáveis. A família reitera que ele é uma pessoa doente, que precisa de cuidados e acompanhamento, e não representa risco deliberado à sociedade.
Neste momento, os familiares estão abalados emocionalmente e pedem respeito à sua privacidade.
